28/07/2007

Vazio

As férias acabaram. Correram muito bem, apesar de tudo. Mas o pior de passar férias sozinha é ficar sozinha em Lisboa, a trabalhar, quando todos estão de férias. Ou seja, continuo sozinha... O que também não é mau de todo, porque acabo por fazer o que me dá na real gana às horas que me apetece.

Apetecia-me desbaratinar com um monte de coisas que me têm passado pela cabeça e que me deixam meio revoltada apesar de querer mostrar ao mundo que está tudo a correr bem e que estou feliz e contente com a vida. Mas está muito calor e não me apetece e prefiro não mostrar este vazio que sinto há meses e que não há verão que derreta esta solidão.

17/07/2007

Pensão Boa Esperança

Cá está uma experiência nova.
Depois de uma breve passagem pela capital para exercer o meu direito de voto, que prefiro não desperdiçar, e para arranjar a direcção assistida do Banana Car, que com um mês já deu o berro, rumei, desta vez, para terras alentejanas. Para variar um bocadinho: Porto Covo (Milfontes não me escapa, mas mais para o final da semana, e, desta vez, com companhia).
O mais importante destas férias: o surf. Apesar de tudo (e tudo leia-se aulas por telefone, visualização de dvd's de iniciação e muita prática autodidacta), já consigo pôr-me de pé em todas as ondas e, mais ainda, manter-me de pé! Foram precisas muitas cabeçadas, nódoas negras, muitos músculos doridos e muitas idas para a cama às 11 e meia da noite. Não fossem as horas esquecidas na Praia do Amado até os lábios ficarem todos enrugados (como quem come pevides como se não houvesse amanhã) e hoje ainda estaria na fase 0 (zero) do surf.
Mesmo assim, uma evolução.

07/07/2007

Férias

Depois de muito pensar, tomei a decisão de não levar o pc de férias comigo. Anti-social como sou, e tomando em conta que conheço apenas uma pessoa com quem vou de férias, achei melhor não levar mais nada que me possa afastar das pessoas, para além dos meus livros. Por isso, vou ficar afastada destas coisas durante a próxima semana.
Na minha segunda semana de férias, algo completamente novo se aproxima. Novo e diferente! Mas sobre isso falamos depois.
Por agora, vou aproveitar para não pensar em Banco, em Lisboa, em trabalho, em colegas nos próximos sete dias. Durante estes dias só vou pensar em ondas, dores musculares, escaldões e nódoas negras.

Boas férias para mim!

20/06/2007

Julho vai ser...

Não vou para o fundo do poço, como o Sr. Pássaro de Corda fez, mas vai ser muito parecido. Há sempre uma primeira vez para tudo, e para umas férias-a-um também! A um, não: a duas!!!
Porque a minha nova SurfBetty* vai comigo!
Contenti!

*Fotos daqui a uns dias.

13/05/2007

Aula #2

Não aconteceu por falta de comparência do Professor.

P.S. Até o meu irmão me dá tampas...

05/05/2007

Aula #1

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket
Começou cedo. Aliás, qualquer hora antes do meio-dia de sábado, é cedo demais. E mesmo assim, o professor percebeu que a semana foi difícil e nem se zangou comigo por eu aparecer quase às 11. A manhã estava fresquinha, mas com muito sol. O vento estragava o ambiente, mas ainda bem que ele estava lá, ou punha a aula em risco preferindo ficar a lagartar na areia.
A primeira aventura foi vestir o fato emprestado. Pensei comprar um mas a experiência podia correr mal, e não arrisquei gastar 100 euros numa coisa que poderia nunca mais usar. Eu não sei como é que eles conseguem vestir aquela coisa com tanta rapidez e elegância. Eu demorei quase meia hora, ia caindo duas vezes, e acabei com a transpiração a cair em pingos. Logo ali, naquela primeira meia hora, devo ter perdido 2 quilos. Meninas: para quê aulas de surf, ginásio, jogging no estádio universitário? Basta vestir um fato de surf três vezes por semana e ficamos tonificadas q.b.
Depois deste esforço, só me apetecia acabar o exercício, claro. Mas pusemo-nos a caminho da água. Com o calor que já tinha, a água gelada até soube bem… até começarem a doer-me os ossos dos tornozelos e dos pulsos. E as orelhas. E o nariz. Mas esse friozinho acabou depressa.
Primeira parte da aula: em terra.
- Estás deitada, pões as mãos aqui, o pé direito ali, o pé esquerdo à frente e levantas-te! Vá, experimenta tu.
E eu fiz! As mãos, o pé direito, o pé esquerdo, levantei-me.
- Boa! – dizia ele – Agora repete.
Repeti. Uma vez. Duas. Três.
- Agora, ‘bora lá. Hoje isto não está muito bom, mas para aprender está perfeito.
E eu acreditei! Só de passar a rebentação, já sentia um pulmão a querer sair pela narina, mas um long-board também não é das coisas mais levezinhas que eu já transportei. Chegamos ao spot. Deitei-me na prancha, procurei o sítio onde deveria pôr o pé direito e estava pronta para apanhar a primeira onda. Ele ajudou-me a virar (claro) e ouvi:
- Vem aí a tua onda! Rema! REMA!
Remei, pus as mãos e senti-me a voar por cima da prancha que embicou. Pirolito #1. Fiquei feliz por não ter levado com nada na cabeça e por não ter perdido nenhuma lente de contacto.
Isto repetiu-se por mais não sei quanto tempo. Éramos os únicos na água, e entre o rema para fora, rema para dentro, sobe prancha, pés direitos atrás e muitos “VEM AÍ A TUA ONDA”, engoli tantos pirolitos que senti água dentro do cérebro. Ainda levei muitos raspanetes, porque, não conseguindo pôr-me de pé, achei que de joelhos também servia. Não serve. E que não posso habituar-me a pôr os joelhos, e que assim nunca mais me ponho de pé, e que tenho de remar com mais força, e que quando caio tenho de proteger a cabeça, e que… sei lá! Informação a mais para uma cabeça cheia de água.
Saí. Atirei-me na areia e fiquei a sentir uma ondulação na cabeça. O pulmão ainda estava aqui dentro, mas por pouco tempo. O corpo todo a tremer.
A segunda tentativa não foi muito diferente da primeira. Muitos, mas muitos pirolitos, e nunca consegui pôr-me de pé. Como já não aguentava mais, decidimos acabar a aula. Mas se pensam que a aventura acabou aqui, desenganem-se! Pior que vestir o fato, é despi-lo! Com ataques de riso à mistura, a tarefa ainda se complica mais. Ele cheio de estilo a despir o fato como se fosse um pijama. E eu só ria porque tinha ficado com os braços presos no fato. E ria, ria…

Balanço: estou toda partida. Dói-me todo e qualquer músculo do corpo. Até aqueles que eu não sabia que existiam. De repetir? Claro que sim! Além de uma manhã bem passada em boa companhia, exercício físico nunca fez mal a ninguém. Perfeito perfeito, era não ter engolido tantos pirolitos.
Em princípio, amanhã há mais. Ainda não temos a certeza, porque é Dia da Mãe. Mas como eu e o professor de surf temos a mesma Mãe, não há conflitos de interesses e de horários. Novidades das aulas de surf voltam quando conseguir pôr-me de pé em cima da prancha.

01/05/2007

É difícil fazer as pazes com o mundo, quando o mundo não quer fazer as pazes connosco.

11/04/2007

Frágil

É tudo tão frágil…
Perco tempo a pensar no quão miserável é a vida. Horas. Dias. Anos. Porque não tenho um companheiro, porque perdi o meu porto de abrigo, porque a minha conta bancária com quatro dígitos dura apenas uns cinco dias. Porque a pessoa que eu gosto já nem se lembra que eu existo, porque já me esqueci o que é estar apaixonada, porque não posso comprar o carro dos meus sonhos. Porque o trabalho está uma merda, porque sou mal paga, porque não sou reconhecida no esforço de todos os dias. Porque não posso comprar a colecção completa da Massimo Dutti, porque não posso ir a Londres passar quatro dias, porque nem sequer posso inscrever-me num ginásio. Porque me zanguei com as pessoas erradas, porque não consigo perdoar desilusões, porque não consigo pedir desculpas.
E, de repente, puf.
Num segundo a vida de outra pessoa acaba assim, num baque, como se não fosse nada. Como se a condição humana fosse frágil como uma construção de Leggo, ou como qualquer electrodoméstico que, com um simples carregar de botão, se desligasse.

E eu pergunto: perder tempo a pensar em quê?

08/04/2007

Paus de dois gumes.

Posts em draft: publico-os ou não?
Telefonemas que queria fazer: faço-os ou não?
SMS's nos rascunhos: envio-as ou não?
Pessoas que me desiludem: perdoo-as ou não?
Mudanças radicais: dou o passo em frente ou não?
Palavras que ficaram por dizer: digo-as ou não?
Amigos online: falo com eles ou não?
Fotos que me magoam: apago-as ou não?
Segredos que escondo: revelo-os ou não?
Angústias que guardo: partilho-as ou não?
Desculpas por pedir: peço-as ou não?

Será que tenho de viver sempre condicionada pela consciência? Será que tenho de pensar sempre em "será que vou magoar alguém desta vez"?

Porque é que viver tem de ser tão difícil?

20/03/2007

De volta.

Há muito tempo que não venho aqui. Quer dizer, venho, mas sinto que tudo o que tenho para escrever não vale a pena ser escrito. Ou vale, mas não vale a pena ser lido.
Estive a pensar mudar a temática da Casca, e passar a escrever um blog mais direccionado para algum dos temas que mais me interesso. Não me lembrei de nada mais interessante do que Mercados Financeiros ou taxas de juro emergentes.
Depois, pensei em manter a temática, mudando apenas o humor: fazer passar mensagens de alegria e esperança. Mas era cansativo encarnar um personagem que não conheço, que nunca fui e que não sei ser.
Confesso que a última coisa que me passou pela cabeça foi apagar a Casca toda. Recuar a Dezembro de 2003, passar toda a minha vida desde essa data e, com um simples clique no rato, apagar tudo. Para isto, não tive tomates.
Acabei por deixar tudo exactamente como estava. Sem tirar ou acrescentar uma palavra, deixando uma imagem com a recordação de uma das noites mais agradáveis dos últimos tempos, com uma das pessoas que eu mais admiro. Achei que, se deixasse ali aquela foto, sem muito texto e sem muita mensagem, as pessoas que lêem a Casca não notassem muito a minha ausência. Pelo menos, não deixava um post contente nem triste. Não espelhava nada de mim. Nem sentimentos, nem medos, nem angústias ou frustrações.
Até que, para meu espanto, senti, quase em simultâneo, duas reacções completamente opostas. Senti que, para uns, acabei por ser esquecida. A visita diária à Casca passou a ser semanal, depois mensal, até que passou a ser rara. Por outro lado, para outros, a Casca parada foi uma desilusão. Bem ou mal disposta, alegre ou triste, cinzenta ou colorida, com mais ou menos sentido, mais ou menos compreensível, o que importava eram as palavras, a maneira de escrever, os sentimentos partilhados com os outros. Sem posts novos na Casca, muita gente que por aqui passa ficou sem qualquer contacto comigo a não ser o mail. Pessoas que eu não conheço, pessoas que vejo de tempos a tempos, pessoas que estão longe. E delas senti a vontade de continuar. Por elas, aqui estou.
Não esperem muitas novidades, posts diários ou mudança do que quer que seja. Não esperem uma Casca mais alegre, mais reaccionária ou mais política. Nem mais festiva, actual ou filosófica. Vai tudo continuar igual. Igualzinho.
A boa notícia é que vai continuar.

24/01/2007

1977

Se me perguntassem, há dez anos, como imaginava a minha vida aos trinta, a reposta seria bem diferente da realidade. De certeza que falava em bebés, em marido, em realização profissional, em estabilidade. Se me perguntarem hoje como me imagino aos quarenta, a resposta não passa, de todo, por aqueles quatro factores.
Não sei bem se será este o caminho que eu quero, mas de certeza, não foi este que eu planeei. Não me perguntem se estou feliz, se estou realizada. Também não saberia responder. Tudo isto está a ser uma grande surpresa para mim.
Hoje faço 30 anos.
Quando o meu irmão fez trinta anos e uma festa com balões, com sanduíches de Panrico com fiambre aos triângulos, caramelos de fruta espalhados pela mesa e frangos assados cortados aos bocados comidos em pratos de plástico, confesso que achei aquilo tudo muito surreal. Nunca imaginaria uma pessoa com trinta anos com aquele género de festa. Pensei que os “crescidos” de trinta anos fizessem coisas com mais charme, com mais maturidade. Ele fez há pouco tempo 34 e estava a trabalhar. Mas tenho a certeza que, se fizesse uma festa, teria os mesmos enfeites, as sanduíches e os caramelos.
Hoje faço 30 anos.
E não vou comemorá-los com filhos, com um marido. Não pedi o dia de férias nem ninguém me foi buscar ao trabalho para um jantar romântico. Não recebi rosas nem cartões coloridos. Não tive nenhuma surpresa, não apareceu ninguém que eu não estivesse à espera. Não fosse o bolo com leite condensado que levei para o trabalho, o meu dia teria sido exactamente igual a todos os outros 364.
Hoje faço 30 anos.
No fim-de-semana vou comemorá-los com alguns dos meus amigos. Queria fazer uma festa em grande, uma coisa diferente. Queria uma festa de três dias que ficasse na memória de todos por muito tempo, porque afinal, eu faço 30 anos. Mas o medo de falhar impediu a minha imaginação e vou acabar por fazer um jantar igual a tantos outros, e uma saída igual à de todos os fins-de-semana. Só que com mais gente!
Hoje faço 30 anos.
Mas não importa se são 30, 31 ou 35… Não importa quantas pessoas vão a uma festa. Não importa o que se come nessa festa, Panrico ou caviar. Não importa onde se festeja, não importa quanto tempo vai durar a festa.
O que importa, afinal?
O que importa, na verdade, e isto é que me melindra, é que não era isto que eu esperava da minha vida. Não eram estes os passos que eu pensava dar. Não era esta a estrada que eu planeava seguir. Esta é a vida que eu tenho, mas sinto que não fui eu quem a escolheu. Ela foi escolhida por mim.

Hoje faço 30 anos e não reconheço a cara que, há 30 anos, vejo no espelho.

17/01/2007

Há coisas que me revoltam. Há coisas que me revoltam tanto que só me dão vontade de desistir. Podiam dar-me para gritar, para refilar, para dar pontapés, mas dão-me vontade de desistir. O que me revolta mais é a falta de poder para ajudar as pessoas, que não passa por ajudar mas por fazer o meu trabalho em condições, e não posso fazer porque as coisas não funcionam. Um dia é porque há um apagão informático, outro é porque preciso de ajuda e ninguém tem tempo para mim, outro é porque eu não tenho tempo para pedir ajuda, porque há outras situações ainda mais urgentes, ainda mais graves. Quase sempre porque não está nas minhas mãos. E dar a cara, e ver as pessoas quase a chorar, e saber pormenores da vida das pessoas que não conheço de lado nenhum, e saber que eu podia ajudar, se tivesse mais apoio, mais ajuda, mais meios. Vejo-me a ligar a pessoas que estão longe para me ajudarem, pessoas que têm a sua própria equipa, o seu próprio trabalho, as suas próprias obrigações, só porque a minha equipa não consegue, não tem tempo, não sabe, não pode ajudar-me. O que me revolta mais ainda é saber que as coisas não estão no meu controlo, que me ultrapassam completamente, e olhar para as pessoas que vêm tudo como uma falha minha, só porque sou eu que estou à frente delas, porque eu é que dou a cara.
Estou de rastos…

(Esperava que este descarregar de raiva em palavras fosse aliviar a revolta, mas não deu muito resultado)

02/01/2007

2007

Bom ano para todos.

(A pausa para reflexão continua por breves momentos. Voltaremos logo que possível.)

15/12/2006

Presente de Natal

O Bento tem seis anos. Vive em Vilankulo com a mãe e duas irmãs. Tem uma camisola cinzenta de riscas, que tem de dobrar nas mangas porque lhe fica muito grande. Está descalço e tem uns calções azuis. Vive numa casa feita com o que a natureza lhe dá. Esta casa não tem água, não tem luz.
Vilankulo fica na costa oriental da província moçambicana de Inhambane, junto à baía com o mesmo nome.
O Bento faz parte de um projecto de apadrinhamento à distância do CCS Portugal (Centro para a Cooperação e Desenvolvimento), que prevê várias actividades entre as quais se destacam a educação, a saúde, a agricultura, o fornecimento de água potável, a formação profissional no artesanato local e as campanhas de sensibilização que promovem o respeito pelos direitos fundamentais do homem.

O Bento tem um olhar meigo e doce e é o mais recente membro da minha família.

04/12/2006

E o que me dá mais alento,

neste preciso segundo, é saber que daqui a 3 dias entro de férias.


(As férias que tenho sido obrigada a adiar há 4 meses...)

15/11/2006

Ilha

Muitos acham que sou “calminha”. Outros tantos pensam que sou “um bocado esquisita”. Quem me conhece melhor, diz que sou “uma boa pessoa, mas muito diferente” ou que “não me percebe”. Confesso que julgava que as coisas fossem diferentes. Nunca pensei que me fosse transformar numa ilha. Nunca pensei que sentiria falta de ser uma ilha. Nunca pensei em tornar-me uma pessoa esquisita. Nunca desejei que tal acontecesse, apesar de achar que, na maioria dos dias, o mundo todo gira ao contrário. Tenho lutado contra isso, mas nunca estive tão fraca como agora. Gosto de ser uma ilha, mas estou cansada. Olho à minha volta e é nos outros que me vejo. E o que vejo é uma pessoa muito diferente do que era, muito diferente do que imaginava que iria ser, e muito diferente dos outros. Quase a chegar aos 30, sinto-me com a força de 80 e só me apetece acomodar-me e ver o mar passar à minha volta. Não me apetece nadar, nem contra nem a favor e, sobretudo, não me apetece levantar o queixo. E deixo-me ficar nesta ilha em que me tornei, a desejar que ninguém me veja, que ninguém dê pela minha presença, para que eu não perceba que eu é que estou do avesso.

06/11/2006

Raiva!!

Hoje fui assaltada. Ia no passeio e uma mota levou-me a mala com tudo o que tinha de importante na minha vida. Chaves do carro, chaves de casa, documentos todos, o meu telemóvel novinho em folha… Ainda nem uma semana de vida tinha!
Contas feitas por alto, esta brincadeira vai ficar-me nuns 500€. E mais as horas perdidas na loja do cidadão a pedir documentos novos... outra vez (já que fiz o mesmo há um ano, quando mudei de casa).
A sorte do tipo é que eram oito e um quarto da manhã e eu andava meio adormecida! Senão, tenho a certeza que o meu guarda-chuva lhe acertava mesmo nas costas.
Humpf!

14/10/2006

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A morte de um sonho não é menos triste que a própria morte.
A. Lobo Antunes