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16/09/2017

Das dores boas.

O Ballet recomeçou há pouco mais de 15 dias: barra de chão, como todos os meses de setembro. Eu, que não parei nas férias (corridas, caminhadas, exercícios em casa), percebi que os meus abdominais foram esquecidos. Coitados. O que eles sofreram naquela hora.

Na quarta feira passada, ainda doridos, foram massacrados em mais uma aula de barra de chão. Esforcei-os ainda mais e eles ressentiram-se: doía-me só de tocar. 

Não contente com isso, quinta feira fui correr em passadeira. Experiência nova para mim, mas até nem desgostei. Acordei no dia seguinte com ainda mais dores nos abdominais e umas dores novas nos gémeos. Como doíam...

Não contente com isso, hoje de manhã decidi que seria uma boa ideia fazer outra aula de barra de chão.

À tarde, tive um ataque de tosse.
Ia morrendo.


10/09/2017

O regresso

Cinco meses depois, o regresso.
As férias acabaram, os sonhos morreram, as borboletas foram enterradas.
A rotina voltou, os miúdos estão enormes, setembro chegou cheio de novidades.

Respondendo ao pedido de várias pessoas durante estes cinco meses, vou tentar voltar.
Não vos prometo assiduidade, qualidade, quantidade. Não vos prometo boa disposição todos os dias. Nem prometo o mau feitio regular. Prometo, sim, voltar a usar a Casca como o refúgio que é desde 2003.

Já tinha saudades.

Stay tuned!

08/05/2016

Expectativas.

No final, os culpados somos sempre nós.
Nós, que criamos expectativas.
Nós, que idealizamos o futuro.
Nós, que insistimos em prever cada minuto.

A vida não é previsível. Se fosse, perdia a piada.


06/04/2016

Margaritas.

Não venho aqui há muito tempo. É recorrente: sou mais assídua quando a vida me corre muito mal ou muito bem. O assim-assim é morno e não me dá assuntos para escrever.
Sei que tenho leitores novos (ou pensam que depois de um jantar regado a margaritas não mereciam menção no blog??), tenho leitores antigos a reclamar a ausência. Não é que falte tempo: mas falta assunto. A maioria das vezes, o silêncio é a melhor arma.
E, por falar em armas, estou a aprender que ficar à defesa cansa muito. Cansa disfarçar. Mas habituamo-nos a isso com relativa facilidade (há dias melhores que outros, como em tudo). Tornou-se tão mecânico que deixa de ser difícil. Torna-se quase natural. E quase fácil. Mas cansa.

Já dizia o outro que viver todos os dias cansa. E eu já tirava umas férias desta quase vida. Oh se tirava...

17/01/2016

A foto dos totós.


Tenho pena que  pureza das crianças seja tão efémera. E mais pena tenho de ver que os culpados disto são os adultos.
Pela primeira vez, fiz totós à Teresa e o Manuel, como é óbvio de manos-quase-gémeos destas idades, também quis uns iguais. Fizemos a nossa vida, saímos, passeamos e reparei que os olhares se dirigiam a nós. Mas desta vez, não eram os olhares sorridentes habituais, como que a dizer "olha que giros, dois bebés no mesmo carrinho". Reparei em olhares reprovadores, críticos, negativos. E não gostei. Felizmente, eles são muito pequeninos para perceber.
A minha Mãe perguntou-me "porque é que o deixaste sair de totós?". O que a maioria das pessoas não percebe é que a pergunta tem de ser feita ao contrário: porque não?
O que me interessa, muito mais que a questão do género, é criar nos meus filhos estímulos para a construção de uma identidade que os faça felizes, em que eles se sintam confortáveis. Interessa-me valorizar cada conquista, cada vontade, cada vitória. 
Os totós são só elásticos no cabelo.
Enquanto se pensar ao contrário, nunca vamos viver num mundo de igualdade que todos desejamos mas para o qual muito poucos lutam.

15/01/2016

Das mudanças.

Tudo isto que tem vindo a acontecer não traz só coisas más. Uma das coisas boas, é poder pôr a casa a meu (e só meu) gosto. Estou a adorar refazer o meu "escritório", que não é mais do que um canto da sala. Estou com o mesmo entusiasmo que tive há 11 anos, quando fui viver sozinha para um T1 nas Avenidas Novas.
Este é o meu novo cantinho preferido da casa:







Acho que não sou a única a gostar deste canto.

04/01/2016

2016

Com a passagem do ano, pensei em tomar algumas resoluções importantes na minha vida, como é aliás apanágio da época festiva. Pensei, então, nos mais comuns, mas já deixei de fumar há mais de 3 anos, já mudei a minha alimentação, já comecei a correr, já sou dadora de sangue e medula. Cheguei à conclusão que, com isto da idade, a malta vai ficando sem resoluções de ano novo para tomar (porque entretanto foi tomando) e o dia 1 passa a ser uma seca. Nem um item-zinho na to-do-list. Uma página em branco.

Foi, então, a olhar para o meu iPad com o telefone na mão, sentada à frente do computador, que ouvi a minha filha mais nova a pedir-me qualquer coisa:
- Mamã, aifoi mi.
E eu perguntava o que é que ela queria: um desenho?, o Baby TV?, uma história? E ela continuava a apontar para a minha mão e "aifoi mi, Mamã, bufafor". Lá educadinha é ela, por enquanto, e posso não perceber o que quer, mas percebo um "por favor" à distância. 
Só passado um bom bocado é que percebi que ela estava a pedir-me o iPhone, já com lágrimas e o dedo espetado para a primeira aplicação que encontrasse. Tocaram sinos, nessa altura. Trombones, saxofones, xilofones e todos os instrumentos acabados em ones. Caramba, os meus filhos estão viciados nas tecnologias. E o pior é que eu também!

Por isso, decidi desligar-me mais dos iPhones e iPads e MacBooks desta casa, pelo menos quando estou com eles. Principalmente, agora que não há mais nenhum adulto a viver nesta casa. Quando estou com eles, vou estar com eles a 100%. Claro que já é dia 4 e ainda não consegui deixar de espreitar o facebook uma vez por outra ou responder a uma laracha no whatsapp enquanto aquecia as sopas. Baby steps, lá chegarei.

05/10/2015

BASTA!

Ok, vamos lá pôr isto a trabalhar. Chega de procrastinar porque as férias já acabaram, há muita coisa para dizer e já não se aguentam as desculpas para a falta de tempo (que por si só é uma desculpa).
Tive duas semanas em família que teve tanto de bom como de mau, mas isso já não é novidade. 
Tenho um pre-adolescente em casa: sim, eles crescem muito mais cedo do que nós crescemos e crises existenciais aos 5 anos é coisa nunca imaginada. Por isso, há dias que alternamos a disciplina positiva e o palmadex no rabo e a coisa vai-se fazendo. 
O do meio está cada vez mais do meio e não larga a minha perna quando saímos de casa. Literalmente. O regresso à escola foi difícil mas essa fase também já está ultrapassada. 
A mais nova está uma despachada e não há quem consiga dar-lhe colo ou a mão na rua. É pô-la no chão e vê-la a correr tipo Bip-bip que ninguém a agarra. Eu sou o coiote. À parte disso, está linda de morrer. 
Eu continuo com menos 10kg e, fisicamente, numa das melhores fases da minha vida. Quem disse que a vida começa aos 40 estava certo: eu estou quase lá!
Estas são as novidades mais mediatas. Mais novidades virão. 
Stay tuned!

09/04/2015

Cara nova

Não sei se já repararam, mas o tasco tem uma cara nova e eu estou a adorar!
Afinal, um blog na pré-adolescência já merecia um template à altura. Digam-me o que acham. Está giro, não está?

31/10/2014

Três horas e meia em 24 pontos

1. O depertador toca às 6:30 mas ainda consigo roubar-lhe dez minutos, não sem antes dizer mentalmente todas as asneiras que conheço, até as mais cabeludas
2. tomo banho
3. aqueço o leite enquanto descasco uma pêra/maçã/papaia/manga/qualquer fruta para o almoço da pequena
4. faço e como a minha papa nestum
5. aqueço a sopa da miúda enquanto bato a fruta com a varinha mágica
6. coloco a sopa e a fruta na marmita, não esqueço o babete
7. faço um biberão para dar à pequena na viagem
8. arranjo a minha marmita: restos do jantar de ontem (quando sobra), iogurte e bolachas
9. ponho as marmitas à porta para não me esquecer
10. vou secar o cabelo, lavar os dentes e ponho maquilhagem
11. entretanto, são sete e meia e vou acordar os rapazes
(isto demora, que o do meio tem mau acordar)
12. ponho-os a tomar o pequeno almoço: cerelac para cada um
13. arranjo o António: lavo o rabo, a cara, os dentes, visto, calço, penteio, limpo os óculos: está pronto
14. arranjo o Manuel: lavo o rabo, a cara, os dentes, visto, calço, penteio: está pronto
15. arranjo a Teresa: lavo o rabo, a cara, visto, penteio: está pronta
16. visto-me e calço-me enquanto apanho os 3450 carrinhos que entretanto os rapazes (mais o Manu) já atirou pelo chão
17. são quase oito e meia
18. pego nos filhos, nas marmitas, no ovo com a Teresinha, na minha carteira e saímos de casa
19. demoramos uns 10 minutos até ao carro porque o Manu quer dizer olá a todas as pessoas, animais, carros e folhas do chão
20. vou buscar as minhas sobrinhas, meto tudo no carro mais a minha cunhada e vamos para o colégio
21. no caminho, prometo palmadas 2093 vezes, ouço a palavra "Mamããã" 957390276 vezes, tento ouvir "o homem que mordeu o cão" sem sucesso e dou um biberão à Teresa no trânsito do eixo Norte-Sul
22. chegamos ao colégio, tiramos tudo de dentro do carro, deixo cada um na sua sala com as respectivas mochilas ou marmitas e os respectivos beijinhos
23. ainda tenho tempo de tomar café antes de rumar a Oeiras onde vou, efectivamente, descansar
24. chego ao trabalho perto das 10 com a sensação que o dia já começou há muuuuuito tempo.

19/09/2014

Férias 2014 ou Endless Summer - notas soltas

- O Manu ficou sem sapatos a meio das férias: todos os que tinha levado deixaram de servir e eu recusei-me (ainda que por uns dias) a gastar dinheiro nuns novos que iria usar tão pouco tempo. Rendi-me à evidência que o miúdo já não para quieto e que as férias não foram passadas em exclusivo na praia, e descobri uns chinelos por 7€, que comprei no Algarve. Ele andou 90% do tempo descalço. Chorei-os como se fossem 70.


- O António, sempre que chegava à praia perguntava pelo creme de assoar. Só ao terceiro dia é percebemos que era o creme solar.

- Numa brincadeira em casa, a cabeça do António teve um encontro imediato de terceiro grau com a esquina da mesa de cabeceira. Teve sangue e tudo. Partir a cabeça em Barcelona traz algum charme, certo?

- A Teresa adorou andar mais de um mês de colo em colo, de passeio em passeio, de viagem em viagem. Desde que chegamos, está mais rabugenta, mais chorona e mais chata.

- O António pensou que eram as gaivotas que arrumavam a bandeira e que "fechavam" a praia.

- O Manu fala imenso, repete tudo, compreende tudo, faz recados simples (pôr a fralda no lixo, dar a chuchinha à Teresa). Deixou de ser o bebézão e está sempre a chamar o irmão para brincar: "Nóni!!"

- O António roi as unhas. 

- No Algarve, os miúdos passaram uma semana na rua: praticamente só entravam em casa para dormir.

- O Manu, destemido, adora a piscina e já pensava que, finalmente, tinha um filho que me acompanhava dentro de água. Até que caiu na piscina. Pronto, Teresinha, és tu que vais ser a minha salvação...

- Nestas férias, cada um de nós dormiu em 6 camas diferentes.

18/09/2014

Férias 2014 ou Endless Summer - semana 5

O meu marido só tem férias em Agosto. E Agosto é o mês da confusão, é o mês mais caro, é o melhor mês para se trabalhar. Detesto tirar férias em Agosto. Acabamos por ficar sempre entre Lisboa e o Porto e pouco mais.

Este ano, tivemos um bebé. E a licença de paternidade veio alargar as férias da família para o meu mês preferido: Setembro. Partimos rumo ao Algarve. Cabanas de Tavira. Parque de campismo. Bungalow. (Ah! pensavam que eu era menina para dormir no chão e tomar banho em cabines públicas? NOT!)



Foi uma semana muito boa. Perfeita, só mesmo se o vento abrandasse e nos deixasse ir à praia de tarde. Ainda assim, conseguíamos ir de manhã e de tarde ficávamos na piscina do parque que estava mais abrigada. 


Os miúdos cresceram tanto, nessa semana: iam ao parque infantil sozinhos, arranjaram amigos, tiveram a liberdade que quiseram e que precisavam. Principalmente, o António. Foi uma semana muito boa, mesmo. Já está reservado o mesmo bungalow para 2015!! 



(Estão a contar? Cinco semanas, sexta cama.)

17/09/2014

Férias 2014 ou Endless Summer - semana 4

Foi a semana da Costa da Caparica.

Esta semana não foi muito emocionante: íamos à praia de manhã até às 11, voltávamos para almoçar, dormir a sesta (o Manu) e adiantar o jantar (eu), voltávamos para a praia pelas 17 até às 19.30, voltávamos para casa, banhos, jantares, xixi, cama.

No primeiro dia, levamos a Teresa: passou a manhã a dormir. À tarde, estava tanto vento que ela não saiu do ovinho e mesmo assim, quando mais tarde a despi para tomar banho, ela tinha areia dentro da fralda. Den-tro!! A partir daí, passei a ir com os rapazes para a praia e o J ficava com ela em casa: assim como assim, ele não é fã de praia, eu não consigo ficar em casa e a Teresa não pode apanhar sol.

Foi a primeira vez que fiquei na Costa. Nunca tinha feito mais do que umas horas de praia e, há muitos anos, uma passagem de ano. Fiquei bem impressionada com as pessoas, a gentileza, a simpatia, a entre-ajuda que fui reparando: são diferentes as pessoas que vivem ali (ou que ali passam o verão) das que vão só à praia. Fez-me lembrar as férias que eu passava em Sesimbra, todos os anos encontrávamos as mesmas famílias, as mesmas pessoas nos mesmo sítios na praia, a mesma senhora do supermercado.

(Quatro semanas, quinta cama)

16/09/2014

Férias 2014 ou Endless Summer - semana 3

A viagem estava marcada desde 26 de julho.

Para quem não sabe, eu tenho uma parte do meu coração em Barcelona. Por duas razões: uma porque é a cidade que me apaixona e que me fazia deixar Lisboa sem pensar duas vezes; outra, porque é lá que vive (quase há 10 anos) a minha prima-irmã-amiga-maior-que-a-vida, a P.. Se mais razões fossem precisas, eu já não ia a Barcelona desde a minha lua-de-mel e estava a morrer de saudades da cidade.

Em julho, no final de um almoço com a família de coração, em que eu e a P. estivemos juntas mas que não chegou para os mimos que precisava (ela também teve uma bebé este ano e eu ainda não tinha beijado aquelas mega-bochechas as vezes suficientes), perguntei ao meu J, muito chorosa, "e agora, quando é que as vejo outra vez?". "Mas vocês passam os dias a conversar no viber!!", "não é a mesma coisa...","então, vamos em agosto!" E o meu rosto iluminou.

Fizemos contas à vida, às horas de viagem, à revisão do carro, e no dia 16, pouco faltava para a uma da manhã, fizemo-nos à estrada. Fizemos, praticamente, metade da viagem de noite com os miúdos a dormir (e eu também). A segunda metade foi dura, não pelos mais pequenos, mas pelo António que já está mais difícil de distrair. Jogamos o jogo das rimas, do "eu estou a ver", das adivinhas, dos números, das matrículas, paramos de duas em duas horas, comemos farnel que trazíamos de casa e só chegamos ao destino no final do dia. Mas valeu a pena, oh se valeu!



Visitar uma cidade com crianças é toda uma nova experiência: fiquei a conhecer todos os parques infantis da Horta até Gràcia! Mas também conseguimos ir às Ramblas, a Barceloneta, molhar o pé no Mediterrâneo e ao Tibidabo (para nós, ir a Barcelona sem ir ao Tibidabo é como ir a Roma sem ver o Papa), onde andamos várias vezes nas diversões à pala de uma família de emiratis que nos deram umas 12 senhas de entrada. Roda gigante, avião, grua e carrossel: tivemos direito a tudo!

A roda gigante

O avião que saía fora da montanha

A roda gigante vista da grua: era mesmo muito alto!

No regresso, fizemos ao contrário: saímos de manhã e chegamos a Lisboa de madrugada. Mas claro que a viagem de volta foi mais cansativa, mais longa e mais chata: a motivação não era a mesma. 

Nesta altura, em três semanas de férias, cada um de nós já tinha dormido em quatro camas diferentes. Ainda as férias iam a meio...

15/09/2014

Férias 2014 ou Endless Summer - semana 2

Na verdade, de "summer" estas férias não tiveram muito. Tivemos azar com o tempo, o vento perseguiu-nos, não senti aquele calor abrasador que gosto e que me faz vibrar.

Na segunda semana das férias, os miúdos voltaram à escola. Com cinco pessoas num t2, tivemos que fazer umas mudanças para nos encaixarmos sem ter de saltar por cima de móveis. Assim, trocamos de quarto: os miúdos ficaram com o quarto grande e nós mudamos-nos para o pequeno. Com a ajuda preciosa da minha sogra, montamos um beliche, melhoramos o espaço, destralhamos um bocadinho, mudamos a decoração (deixamos o mundo azul, porque agora há uma menina no quarto). Foi uma semana de "Querido, muda aí a casa que eu tomo conta dos filhos".


O mais engraçado foi ver a reacção dos rapazes, que só viram o trabalho final. O António ainda vê coisas novas todos os dias, "oh Mamã, ainda não tinha visto isto!", o Manu anda todo entusiasmado com tantas coisas para explorar (e desarrumar, o patifezinho) e a Teresinha já dorme no quarto com eles. 

Confesso que a minha parte preferida foi ir ao Ikea com a lista de compras. Senti-me uma verdadeira designer de interiores. Mas quisemos fazer tudo em pouco tempo, porque tínhamos algo em mente há já algum tempo... Mas sobre isso, escrevo amanhã!

10/08/2014

Primeira semana de férias cheia:

Teve viagem pela nacional. Teve a Bohemian Rapsody (versão Marretas) ouvida em loop umas mil vezes, teve passeio pelo Rio Douro, teve visitas ao Norteshopping, teve visitas à família, teve Bom Jesus de Braga, teve parques infantis, teve carrossel, teve farturas e gelados, teve francesinhas e Serralves, teve patos no Parque da Pasteleira, teve birras e gargalhadas, teve Ílhavo e Ovar, teve mimos e saudades, teve torcicolos e dores, teve massagens e mimos. 

O Manu já não anda: corre. Sente-se cada vez mais seguro e autónomo (e como ele gosta de ser autónomo) e refila cada vez que as coisas não correm como ele quer e, quando isso acontece, berra e guincha como ninguém. Canta e dança a toda a hora, come bolachas a toda a hora, quer comer a sopa sozinho, alinha em tudo. Já diz imensas coisas, mas a mais gira é quando chama a Avó: "Paula!!", assim com todas as letras e tudo. 

O António continua na fase do "não quero": dormir, comer, sair do parque, sair de casa, viajar. Só pensa em futebol, respira futebol, pede para ver futebol na TV, todo o mundo dele gira à volta do futebol. Olha para o mundo com aqueles olhos de 4 anos (quase 5) e diz coisas giríssimas (podemos ter um peixe? quando formos de férias, deixamos o peixe no oceanário para lhe darem comida!!).

A próxima semana vai ser de obras, depois voltamos à estrada. 

Boas férias!!

04/08/2014

De férias.

Este blogue vai ficar meio parado no próximo mês. Fomos de férias e fomos mais ou menos assim.


Boas férias!

16/06/2014

Nova cara.

O que eu queria mesmo é ter jeito para estas coisas, mas até não me saí mal: a Casca mudou de aspecto e livrado-nos daquele amarelo do passado. 
Acho que está mais clean, mas prometo que em breve a foto é actualizada. 
Espero que gostem!!

25/03/2014

Quem tem um marido assim, tem tudo.

No sábado passado, o meu filho mais velho dá-me uma cabeçada na cana do nariz que me levou às lágrimas. Chorei copiosamente durante uns quatro minutos, parecia uma criança, mas a dor era tanta que não consegui conter-me, o que deixou o puto assim para o preocupado:

- Mas estás a rir ou a chorar? O que se passa, Mamã??

Ontem, segunda feira, o (ainda) mais novo com um brinquedo na mão, daqueles que é preciso abanar para fazer barulho, acertou-me com o brinquedo na cana do nariz. Exactamente no mesmo sítio da cabeçada. Imediatamente, comecei a chorar copiosamente. É uma dor tão grande que parece que a cabeça está a partir-se ao meio, desde o cocuruto até ao queixo. Voltei a chorar agarrada ao nariz, com um filho divertido a fazer música e a dançar e outro a fazer-me festinhas no cabelo (daquelas festinhas com as mãos peganhentas que puxam cabelos) a perguntar:

- Outra vez, Mamã? Estás a rir ou a chorar?

Nesta altura, chega o marido a casa e depara-se com este cenário dantesco. As palavras de conforto foram:

- Oh, coitadinha da Mamã... O nariz dela é tão grande que está em todo o lado.

05/01/2014

Caso não tenham percebido,

a Casca esteve de férias e eu também. O Natal e a passagem de ano já lá vão, são quadras que eu não ligo muito e foram comemoradas de forma calma, tranquila e quente. Sim: quente. Os meus filhos decidiram fazer febrões alternados. O (ainda) mais novo na Consoada e o mais velho no dia de Natal. Só um febrão cada um, para estragar mesmo a quadra natalícia e chatear-me um bocadinho, porque isto de ter filhos doentes fora da nossa casa, é coisa para me deixar muito transtornada. No dia 26, já estavam bons, como se nada se tivesse passado. Ainda assim, fica a lição: quando sairmos de casa por uns dias, não esquecer de levar TODOS os medicamentos que eles possam (eventualmente-hipoteticamente-remotamente) precisar.
A grande vantagem foi ter o J sempre connosco: a barriga já pesa e o Manu também e por isso todas as ajudas são preciosas.

Fizemos o primeiro DFU da família (sem grande sucesso por causa do tempo), inventamos brincadeiras de casa, demos uma fugida ao parque no meio de duas chuvadas, comemoramos os nosso 5 anos de casamento e, sobre isto tudo, vou falando por aqui nos próximos posts. Que podem demorar dias a chegar, já sabem. Ou não.

A grande novidade da família também será lançada em post próprio. Agora que o choque já me passou, estou pronta para falar nisso.
Até breve, Amigos!