Estas insónias que não me largam.
21/11/2012
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15/11/2012
Ele há coisas que uma pessoa fica...
Quando abro esta página (não os feeds que vocês lêem no reader e afins, a página real da Casca), ouço uma espécie de cão a arfar. Digam-me, pessoas, que vocês também ouvem e que não estou maluca.
O problema é que não faço a mais pequena ideia do que é que está a fazer este barulho. Se conseguirem perceber, aceito e agradeço as explicações.
14/11/2012
13/11/2012
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09/11/2012
08/11/2012
Diálogos (im)prováveis #4
- António, vamos para a cama que são horas.
- Outra vez? Vamos dormir outra vez????
- Outra vez? Vamos dormir outra vez????
...
Acordo, praticamente todas as noites, pelas quatro da manhã, e penso em vocês. Enquanto o microondas aquece o leite com mel onde vou mergulhar as bolachas de água e sal carregadas de manteiga. Penso se, por acaso, alguma de vocês também está a ser atacada por esta fome urgente. Se alguma de vocês foi também acordada por esta vontade enorme de fazer xixi. E penso na falta que me fazem diariamente, na partilha desta experiência maravilhosa que estamos as 3 a viver. Penso neste triângulo grávido e redondo, com as arestas tão afastadas que dói. Penso em estar com vocês e trocar opiniões e dizer disparates e partilhar enjoos. Penso nas saudades e nos tempos em que as três éramos só uma. Penso se alguma de vocês está a pensar nas outras.
Há saudades que doem...
[Escrito a 27-7-2012, num papel que andava perdido e foi achado hoje de manhã.
As insónias mantêm-se, mas uma das arestas do triângulo já pariu.
O resto continua tudo igual.]
07/11/2012
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01/11/2012
Das amizades II.
Dizem que as verdadeiras amizades são de e para sempre. Dizem que, por mais caminhos que se sigam, por mais tempestades que se vivam, os verdadeiros Amigos ficam sempre juntos. Dizem que as verdadeiras amizades são como as rochas e sobrevivem a qualquer intempérie.
Mas não podemos obrigar ninguém a ser nosso amigo. Não podemos fazer com que gostem de nós. Não podemos porque aquilo que somos com 14, 18, 20 anos não é obrigatoriamente aquilo que somos aos 30, 35. Ou somos, não sei, e o outro é que muda. Ou ninguém muda mas deixamos de ser compatíveis.
Eu tinha uma grande Amizade. Daquelas de liceu, da altura que os Amigos eram mais importantes que a família. O tempo levou-a para longe. Eu deixei que isso acontecesse. Ou não fiz nada para que isso não acontecesse. Agora, estou com a sensação que nada a trará de volta. E todos os dias penso nisto...
Dizem que as verdadeiras amizades são de e para sempre. Mas talvez o "para sempre" nem exista.
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