04/09/2008
Ui...
Há c'anos que eu não vinha aqui (aqui, às postas da Casca, porque ando sempre atenta às novidades dos meninos da lista à direita) e o blogger já tem novidades.
Muitas coisas têm mudado e essas mudanças trazem-me uma nova maneira de ver o mundo. Mas isso já quase todos sabem ou já perceberam por isso não me alongo neste assunto.
As férias passaram a correr com alguns percalços (nunca vi um Verão em Milfontes com tanto frio) e muitas coisas boas: decisões importantes, projectos a dois, provas de Amor, certezas inabaláveis e até uma prancha nova. O regresso ao trabalho foi sereno, com alguma vontade e até com motivação (!!!). O ballet também já começou com aulas de chão e muitas dores musculares. O tornozelo está a 100%, a cabeça no lugar e o coração inchado de um Amor que se quer forte e longo.
Não é novidade que o projecto "Uma Foto por Dia" ficou a meio. Nunca pensei que isto acontecesse, mas é realmente difícil postar uma foto diferente quando todos os dias são iguais, e invejo verdadeiramente quem consegue.
E estas são as novidades.
Começo a acreditar que todos temos uma oportunidade, que todos a merecemos e que, muitas vezes, essa oportunidade está mesmo à frente do nosso nariz e não a vemos porque estamos afundados em auto-comiseração e pena de nós próprios. Acho que a minha oportunidade está aqui e eu vou tratar de a agarrar.
E como não tenho jeito nenhum para conclusões, fico por aqui com um simples ponto final.
22/07/2008
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22/06/2008
Chegou o Verão.
A tristeza é uma infindável fonte de inspiração. As depressões, as frustrações, os nervos, as angústias, os desesperos. Letras e letras se escrevem formando palavras amargas e cheias de raiva, desabafos cheios de dor. E assim se passam dias, com sucessivas derrotas (e poucas vitórias, sinalizadas apenas por breves momentos de alegria). Alguns meses, quem sabe, até anos.
De repente, chega o Verão.
O bolor que suja os dias desaparece, tudo faz todo o sentido, as pequenas conquistas tornam-se brilhantes vitórias porque todas as guerras são ganhas. A partilha ganha outro lugar numa vida que se habituou a ser egoísta. O tempo, esse, é medido de maneira tão diferente. Tudo é prematuro, quando visto do lado de fora. Olhando como se de uma moldura se tratasse, considerar-se-ia uma loucura. A loucura.
Mas daqui, deste lado do espelho, ou do filme, ou da moldura, aqui do lado de dentro, é tão diferente: os cheiros, a (des)arrumação, os objectos, a rotina, a intimidade. É tudo tão diferente.
E este diferente sabe tão bem…
Abrir os olhos e vê-lo. Sabê-lo ao meu lado todas as noites. Sentir o seu toque no meu cabelo. Ouvir a sua respiração. O calor que deixa na cama ao acordar. A companhia, as conversas, a música, a cumplicidade (ah… a cumplicidade!), o olhar, os silêncios. Todos os dias novas sensações, novas provas, novos desafios encarados a sorrir.
Loucos? Claro que sim! Deste lado da moldura, até a matemática enlouquece, porque dividir aumenta o sentimento e quando se soma dois corpos apaixonados, nem que seja por momentos, eles fundem-se num só.
Bolas…
Falar de Amor não é fácil.
De repente, chega o Verão.
O bolor que suja os dias desaparece, tudo faz todo o sentido, as pequenas conquistas tornam-se brilhantes vitórias porque todas as guerras são ganhas. A partilha ganha outro lugar numa vida que se habituou a ser egoísta. O tempo, esse, é medido de maneira tão diferente. Tudo é prematuro, quando visto do lado de fora. Olhando como se de uma moldura se tratasse, considerar-se-ia uma loucura. A loucura.
Mas daqui, deste lado do espelho, ou do filme, ou da moldura, aqui do lado de dentro, é tão diferente: os cheiros, a (des)arrumação, os objectos, a rotina, a intimidade. É tudo tão diferente.
E este diferente sabe tão bem…
Abrir os olhos e vê-lo. Sabê-lo ao meu lado todas as noites. Sentir o seu toque no meu cabelo. Ouvir a sua respiração. O calor que deixa na cama ao acordar. A companhia, as conversas, a música, a cumplicidade (ah… a cumplicidade!), o olhar, os silêncios. Todos os dias novas sensações, novas provas, novos desafios encarados a sorrir.
Loucos? Claro que sim! Deste lado da moldura, até a matemática enlouquece, porque dividir aumenta o sentimento e quando se soma dois corpos apaixonados, nem que seja por momentos, eles fundem-se num só.
Bolas…
Falar de Amor não é fácil.
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