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29/01/2008
28/01/2008
27/01/2008
26/01/2008
Para TI.
Só pra dizer que te Amo,
Nem sempre encontro o melhor termo,
Nem sempre escolho o melhor modo.
Devia ser como no cinema,
A língua inglesa fica sempre bem
E nunca atraiçoa ninguém.
O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu.
Só pra dizer que te Amo
Não sei porquê este embaraço
Que mais parece que só te estimo.
E até no momento em que digo que não quero
E o que sinto por ti são coisas confusas
E até parece que estou a mentir,
As palavras custam a sair,
Não digo o que estou a sentir,
Digo o contrário do que estou a sentir.
O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu.
E é tão difícil dizer amor,
É bem melhor dizê-lo a cantar.
Por isso esta noite, fiz esta canção,
Para resolver o meu problema de expressão,
Pra ficar mais perto, bem mais de perto.
Ficar mais perto, bem mais de perto.
Clã, Problema de Expressão
Nem sempre encontro o melhor termo,
Nem sempre escolho o melhor modo.
Devia ser como no cinema,
A língua inglesa fica sempre bem
E nunca atraiçoa ninguém.
O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu.
Só pra dizer que te Amo
Não sei porquê este embaraço
Que mais parece que só te estimo.
E até no momento em que digo que não quero
E o que sinto por ti são coisas confusas
E até parece que estou a mentir,
As palavras custam a sair,
Não digo o que estou a sentir,
Digo o contrário do que estou a sentir.
O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu.
E é tão difícil dizer amor,
É bem melhor dizê-lo a cantar.
Por isso esta noite, fiz esta canção,
Para resolver o meu problema de expressão,
Pra ficar mais perto, bem mais de perto.
Ficar mais perto, bem mais de perto.
Clã, Problema de Expressão
25/01/2008
24/01/2008
Há um ano foi assim.
Este ano é igual mas sem a festa. Fiquei alérgica a festas de aniversário.
Continuo com dificuldade em encontrar o meu lugar neste caminho que percorro, mas já percebi que não é a idade que me vai encontrar. Os dias continuam iguais, as horas, os minutos. As pessoas, os prédios, a cidade. Às vezes, encontro refúgios, mas não passam de ilusões temporais que se desvanecem à primeira contrariedade. E dois dias depois, muitas vezes no próprio dia, fica tudo igual outra vez.
Não vale a pena continuar. Vou acabar por repetir-me e esse não é o meu objectivo.
Hoje faço 31 anos.
23/01/2008
22/01/2008
21/01/2008
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